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Jacarepaguá é um dos mercados imobiliários em expansão na cidade. Nos últimos anos, o bairro tranformou-se num grande canteiro de obras (em 2008, apenas a Barra teve mais lançamentos de unidades residenciais). O bairro está crescendo muito. A chegada de novos moradores faz aumentar a demanda por serviços e opções de comércio.
Para a maioria dos moradores do bairro, o crescimento é positivo, com maior oferta de serviços e lojas que antes não eram encontradas em Jacarepaguá.

Bairro antes conhecido por sua atmosfera interiorana, Jacarepaguá vem mudando, aos poucos, de configuração. Com a alteração do seu Projeto de Estruturação Urbana (PEU), em 2006, passou a receber grande quantidade de empreendimentos imobiliários, sobretudo residenciais.

— Tinha uma sala no Centro e vi que não estava compensando mantêla. Trouxe o meu negócio para Jacarepaguá e estou muito satisfeito. Como sou morador do bairro, já visualizava que isso aqui passaria por um boom comercial por não contar com uma grande gama de serviços — diz o técnico em prótese dentária Ângelo Vieira, dono de uma empresa do ramo, instalada desde 2010 no Meta Office Building, na Freguesia.

— Jacarepaguá, hoje, é uma região com enorme potencial para comércio e serviços — observa.

Na década de 60 a região de Jacarepaguá encontrava-se isolada e parecia uma vila antiga sem o agito típico dos centros, com elementos históricos preservados datados da época do Brasil Colônia, e só experimentou a mudança de status devido ao grande inchaço dos grandes centros e a explosão demográfica das áreas mais afastadas do centro e das baixadas que começaram a se voltar para as áreas onde houvesse um pouso para moradia e trabalho.

Observamos que o bairro de Jacarepaguá reúne muito mais impactos ambientais negativos que positivos provocados pela ocupação desordenada e irregular, não planejada pelos órgãos públicos que também não fiscalizaram ao longo do boom da ocupação da década de 60 até os dias atuais.

Possíveis soluções para minimizar o impacto ambiental podem ser citadas, como: promover uma eficiente gestão de desperdícios, utilizar a tecnologia a favor do meio ambiente, sempre lembrando que crescer é um processo difícil, porém, necessário, o que podemos fazer é tentar conter os excessos e buscar mudar, evitando o desmatamento desordenado e descontrolado.

Cobrar das autoridades competentes uma fiscalização mais efetiva do próprio Ministério Público ambiental, para que contribuam de forma eficaz controlando os excessos e viabilizando técnicas de aproveitamento de materiais recicláveis entre outras soluções que, aliadas à tecnologia, são essenciais para um meio ambiente mais saudável.

-Lucas Martins

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